Então, finalmente, ele passou e eu sobrevivi.

Natal não foi exatamente um festão, mas foi bem legal o jantar na casa de uma amiga. Não que eu faça questão de ter jantar de Natal, mas foi bom ter um lugar pra ir na noite do dia 24. Comemos uma ceia bem interessante, com elementos de regiões diferentes do Brasil. As crianças se divertiram, nós nos divertimos e, de quebra, assistimos a uns minutos da xaropada da Globo. Memorável.

Dia 25 foi muito deprimente. Eu e maridinho em casa, sem vontade de fazer nada, de pijama o dia inteiro e o mundo parado lá fora. Absolutamente tudo fechado na cidade, todo mundo dentro de casa com suas famílias e eu estribuchando, com vontade de comer comida de restaurante. Deus do céu, que tortura. Ainda bem que foi apenas um dia.

Depois disso tudo o mais correu bem.

Fomos a Toronto, nossa capital não-oficial. Jantamos num francês maravilhoso e caríssimo, passeamos muito, ficamos num hotel muito confortável na Bloor, que é uma miniatura da 5º Avenida em NY. Também descobrimos coisas novas numa cidade que pensávamos esgotada. Nos divertimos muito e aproveitamos pra estreitar os laços que estavam meio frouxos, por conta de uma briga feia dias antes. As viagens são sempre boas nesses momentos, permitem que nos apaixonemos de novo, longe de casa e da rotina. E nós adoramos Toronto, até mais que NY. Perfeito.

Depois conto do Ano Novo.